Campanha de alimentos para Santa Casa – CPRM

 

CPRM realiza campanha de alimentos para a Santa Casa de Caeté

 

Em 23 de fevereiro, a Santa Casa recebeu da Equipe de Sustentabilidade da CPRM – SUREG-BH e LIR – Caeté para entrega de doações.
Foi realizada uma campanha entre os funcionários e arrecadados alimentos não perecíveis como arroz, feijão, açúcar, café, macarrão, óleo, farinha de trigo, fubá, biscoito e gelatina.
A Santa Casa agradece a todos os envolvidos nesta campanha, que com certeza será de grande ajuda para manutenção do hospital!

“Tudo que se compartilha, se multiplica!”

Primeiro Almoço Comunitário – Santa Casa de Caeté

Compromisso, espírito de equipe, entusiasmo, solidariedade!

As palavras acima definem o Primeiro Almoço Comunitário da Santa Casa de Caeté, realizado em 19 de fevereiro de 2017, na Escola Estadual Paulo Pinheiro da Silva.

Idealizado por um grupo de funcionários, o evento teve o objetivo de angariar fundos para a Instituição.

Preparado com muito cuidado, contamos com a parceria de voluntários que cederam o local, doaram os itens para o preparo da feijoada, materiais para utilização no evento e tempo para ajudar na organização e execução do almoço.

Foram vendidos 560 ingressos e disponibilizadas mesas para o público almoçar no local. Um ambiente agradável ao som da Banda Anjos do Cristo Rei.

O valor arrecadado será utilizado para despesas de manutenção do hospital e a prestação de contas será divulgada em nossos canais (site da Santa Casa e facebook).

Nosso agradecimento e reconhecimento a todos os envolvidos na organização, à direção da Escola Estadual Paulo Pinheiro da Silva pela cessão do espaço, às cozinheiras voluntárias, aos jovens, aos funcionários da Santa Casa, aos que adquiriram ingressos e nos prestigiaram, aos parceiros que direta ou indiretamente contribuíram para o sucesso do evento!

“Tudo que se compartilha, se multiplica”!

APOIO: AGRIPINO – MESAS E CADEIRAS, LEO CLUBE, AVOSCAC, BANDA ANJOS DO CRISTO REI, GRUPO DE JOVENS CRISMA, TICO GÁS, FRIGOMAIS, MIRMA REFEIÇÕES, GRUPO DE JOVENS CNR, FRIGORÍFICO FERREIRA, ANTÔNIO (BENASSI), ESCOLA ESTADUAL PAULO PINHEIRO DA SILVA, EQUIPE DE COZINHEIRAS DA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO BONSUCESSO, JIPE CLUBE CAETÉ

 

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NOTA EXPLICATIVA DA SANTA CASA / Referente Matéria publicada no Jornal Opinião, pelo Dr. Antônio Ronaldo em 09/02/2017.

NOTA EXPLICATIVA DA SANTA CASA

Referente Matéria publicada no Jornal Opinião, pelo Dr. Antônio Ronaldo em 09/02/2017.

 

Diante dos apontamentos feitos pelo Dr. Antônio Ronaldo ao Jornal Opinião, a Provedoria e a Direção da Sociedade Civil de Beneficência Caeteense – Santa Casa de Caeté – assim se manifesta:

De início, esclarecemos que os médicos que prestam atendimentos na Santa Casa de Caeté não são funcionários da instituição, não mantendo com esta, qualquer tipo de vínculo empregatício, mas, sim, são prestadores de serviço. Esclareça-se ainda que o médico Antônio Ronaldo não foi afastado do atendimento na instituição, mas, tão somente, teve os horários de atendimento reduzidos e modificados, para que sua assistência se faça na maternidade e em atendimentos eletivos.

Ao contrário do informado pelo médico, o motivo das alterações foi, exclusivamente, a necessidade premente de contenção de despesas, a qual já vem sendo feita há alguns anos, tendo-se intensificado no último ano, diante da situação financeira do Estado de Minas Gerais, que proporciona atrasos cada dia maiores nos repasses financeiros, gerando, em cadeia, um caos na saúde financeira da instituição. Tais atrasos nos repasses financeiros apenas não geraram consequência ainda mais gravosas graças ao Abraço que a população caeteense tem dado à instituição.

O médico, por sua vez, não participa ativamente das questões relativas à administração hospitalar, assim como outros médicos o fazem, mesmo sendo prestadores de serviço e não fazendo parte do quadro de funcionários do hospital, no intuito de contribuir para a melhor administração e conseguir os objetivos almejado no atendimento prestado. Assim, o Dr. Antônio Ronaldo nunca participa de reuniões para as quais é chamado, não aponta sugestões de melhorias ou de redução de despesas do hospital, não adere a propostas ou regramentos, o que, muitas das vezes, gera dificuldade de relacionamento até mesmo com a equipe de funcionários. Em todas estas ações, conforme dito, há a participação de todos os médicos que aqui prestam atendimento.

Assim, os motivos de caráter pessoal apontados pelo médico jamais existiram, ao contrário, trata-se de profissional extremamente respeitado na instituição, que tem reconhecido o trabalho prestado por todos os anos em que a ela se dedica.

Tanto isto é verdade, que diversas foram as últimas ações de reduções em todo o quadro da instituição, em todas as esferas de funcionários, como, por exemplo, a de outro médico da clínica médica que cedeu à redução do valor de seus atendimentos; médicos do Pronto Atendimento que sofreram redução nos valores de plantões; o setor de Pediatra que foi reestruturado; contratos de prestação de serviço que não sofreram reajuste, sendo, alguns deles, até mesmo reduzidos; dentre outras ações praticadas com o fim de redução de custos, sem reduzir a qualidade de atendimento.

As demissões ocorridas no hospital se deram por necessidade extrema, sendo sempre refletidas com muito cuidado, haja vista que não houve substituição, mas sim, redistribuição de tarefas internas. Ademais, a maioria dos casos de demissões se direcionou a profissionais já aposentados, o que demonstra preocupação também com o funcionário e não apenas com o bem da instituição.

A equipe do hospital é, hoje, extremamente restrita, inclusive comprometendo-o junto a Conselhos de Classe. Podemos citar, como exemplo, o não atendimento da legislação do Conselho de Farmácia, que, por meio da Lei 13.021/2014, obriga os hospitais a manter assistência farmacêutica durante 24 (vinte e quatro) horas por dia. Ao contrário do disposto pelo médico, contamos com apenas duas farmacêuticas, as quais cumprem carga horária de 12×36 horas, no período diurno. A instituição já foi penalizada pelo descumprimento da Lei, mas, contudo, não dispõe, ainda, de condições financeiras para a contratação de outros farmacêuticos. Assim, não se trata apenas do fato de um profissional “dar conta do serviço”, como pontuou o médico, mas, sim, de cumprimento à legislação que rege a atividade hospitalar, cujo descumprimento gera sanções e prejuízos ao hospital.

Da mesma forma, não atendemos às normas do Conselho de Enfermagem – COFEN, especificamente a Resolução COFEN nº 293/204, atualizada para nº 527/2016, que estabelece parâmetros para o Dimensionamento do Quadro de Profissionais de Enfermagem nos serviços/locais em que são realizadas atividades de enfermagem. Neste caso, a instituição possui a equipe de técnicos de enfermagem completa, sendo os atendimentos realizados em conformidade com a Lei. Contudo, não possui o chamado índice de segurança técnica (IST), que confere à instituição uma maior facilidade e tranquilidade nas substituições de funcionários, nos casos de apresentação de atestados médicos ou férias.

Quanto à quantidade de enfermeiros de nível superior, a Resolução supracitada fica descumprida na medida em que a norma exige um enfermeiro por plantão, exclusivamente para atendimento na maternidade, centro obstétrico e pediatria; um enfermeiro exclusivo para a clínica médica; um enfermeiro exclusivo para o pronto atendimento; um enfermeiro exclusivo para o CME e, por fim, um enfermeiro exclusivo para o Bloco Cirúrgico. Vale ressaltar que a instituição já foi notificada pelo Conselho Regional de Enfermagem de Minas Gerais (CORENMG), por não cumprir na íntegra a Resolução 527/2016.

Como se vê, não existem profissionais ociosos, como apontado pelo Dr. Antônio Ronaldo, mas, ao contrário, existe carência de funcionários, de forma a cumprir integralmente a legislação que regula a atividade hospitalar.

Importante pontuarmos que toda a equipe de funcionários da Santa casa tem vivenciado as dificuldades, empenhando todos os esforços para que o paciente não seja em nada prejudicado, nem mesmo, que este venha a sentir as dificuldades, prestando, ainda que com todos os problemas, o atendimento com excelência que a população caeteense merece.

Quando da possível falta de qualquer material ou medicamento, parceiros são acionados e todas as ações necessárias são praticadas, de forma a suprir  falta, sendo o êxito obtido na totalidade dos casos. Salientamos que a falta de material ou medicamento é esporádica e sempre sanada, também, diversamente do que alegado pelo médico.

Em relação à precariedade de material hospitalar apontada pelo Dr. Antônio Ronaldo, esclarecemos que possuímos contrato de manutenção preventiva e corretiva de equipamentos hospitalares, sendo o prestador de serviços acionado para avaliação e correção dos aparelhos danificados, em todas as ocasiões em que se faz necessário, por qualquer das áreas da instituição.

É importante que a população tenha conhecimento de que a Santa Casa de Caeté participa de programas de Consultorias de gestão hospitalar e é acompanhada rigorosamente. Além disto, todos os profissionais passam por treinamentos e acompanhamentos, sendo qualificados para atuarem e participarem de discussões multidisciplinares nas suas respectivas áreas.

Foi com muita tristeza que recebemos as colocações distorcidas deste profissional respeitado pela instituição, que há tanto tempo presta atendimento em suas dependências, demostrando sua falta de entendimento quanto às dificuldades atualmente vivenciadas, especialmente no tocante à necessidade de que todos devem contribuir para que a nossa Santa Casa continue a servir à população.

Nota de Pesar

    Nota de Pesar

É com extremo pesar que a Santa Casa de Caeté comunica o falecimento do Sr. Nilton Cassimiro de Aquino, pai do Conselheiro Deliberativo Jean Cassimiro de Aquino, que aconteceu nesta quinta-feira, 09/02, em Belo Horizonte. O corpo será velado no Velório São José e o sepultamento será às 17 horas no Cemitério do Rosário.

A Santa Casa de Caeté, por meio de sua Provedoria, transmite os sentimentos de pesar à família